Formato: remoto ou híbrido
Prazo típico: 45 a 90 dias, conforme escopo
Investimento: depende do escopo
Condução: equipe técnica Ignis, sob direção técnica do Dr. Daniel Barcellos
Entrada: mediante escopo, dados mínimos e triagem comercial
Entrega: estudo técnico-econômico completo, com cenários, premissas, análise financeira, recomendação de rota e orientação de decisão
O EVTE Ignis — Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica é o produto central da família de Viabilidade e Estruturação de Projetos da Ignis Bioenergia.
Ele serve para transformar uma oportunidade em decisão estruturada, avaliando matéria-prima, escala, rota tecnológica, CAPEX, OPEX, logística, produto final, mercado, margem, payback e riscos principais.
Não é uma conversa inicial.
Não é uma opinião técnica isolada.
Não é projeto de engenharia.
Não é uma promessa de que o negócio será viável.
É o estudo que mostra se a oportunidade tem base técnica, econômica e operacional para avançar.
Muitos projetos em biomassa, carvão vegetal, biochar, briquetes, pellets, resíduos, energia térmica e descarbonização começam pelo caminho errado.
Começam pela máquina.
Pelo fornecedor.
Pela promessa de mercado.
Pelo entusiasmo com o resíduo.
Pela comparação rasa de preço.
Pela ideia de “aproveitar o que já existe”.
Mas projeto industrial sério começa antes.
Começa pela pergunta que decide tudo:
essa operação fecha técnica, econômica e comercialmente?
O EVTE serve para avaliar se um projeto possui viabilidade real antes da implantação.
Ele organiza as principais variáveis que definem se a oportunidade deve avançar, ser ajustada, faseada, redimensionada ou descartada.
Serve para:
avaliar se a matéria-prima sustenta o projeto;
definir a rota técnica mais coerente;
comparar cenários de escala;
estimar investimento inicial;
avaliar custos operacionais;
projetar receita, margem e retorno;
analisar mercado e produto final;
identificar riscos críticos;
organizar premissas para decisão;
apoiar sócios, diretoria, investidores ou financiadores;
evitar que uma ideia promissora vire obra errada.
O EVTE não existe para confirmar entusiasmo.
Existe para confrontar a oportunidade com a realidade.
O EVTE Ignis é indicado quando a empresa já possui uma oportunidade concreta e precisa decidir se deve avançar.
Ele faz sentido quando existe:
biomassa, floresta ou resíduo disponível;
intenção real de investimento;
projeto de carvão vegetal, biochar, briquetes, pellets ou energia;
necessidade de avaliar CAPEX e OPEX;
dúvida sobre escala ideal;
interesse em buscar financiamento;
demanda de sócios, diretoria ou investidores por uma base técnica;
necessidade de comparar rotas;
pressão para transformar resíduo em produto;
decisão estratégica envolvendo carbono, energia ou descarbonização.
É a etapa correta quando a empresa já passou da curiosidade e precisa entrar em decisão.
O EVTE não deve ser usado quando a demanda ainda está vaga.
Se a empresa ainda não sabe qual resíduo possui, não tem volume aproximado, não sabe onde está a operação, não tem objetivo definido ou ainda está apenas explorando possibilidades, o caminho correto pode ser:
Consulta Ignis — Diagnóstico e Aderência Online
Diagnóstico In Loco
Revisão Técnica de Arquitetura Operacional
Pré-análise ou enquadramento inicial, quando aplicável
O EVTE exige dados mínimos e intenção real de decisão.
Sem isso, o estudo perde força e vira tentativa de organizar uma ideia que ainda não amadureceu.
O EVTE Ignis pode ser aplicado a projetos envolvendo:
unidades de carvão vegetal;
produção de biochar;
carbonização de biomassa;
pirólise;
briquetagem;
peletização;
biomassa para caldeiras;
secagem de biomassa;
resíduos florestais;
resíduos agroindustriais;
resíduos industriais selecionados;
cavaco energético;
carvão para siderurgia;
biochar agrícola ou industrial;
combustíveis sólidos renováveis;
rotas de descarbonização;
substituição energética;
economia circular;
unidades industriais integradas.
1. Matéria-prima: Verificamos se existe base real para a operação: tipo de biomassa ou resíduo, origem, volume, umidade, qualidade, custo, logística e comportamento no processo. Biomassa não basta existir; precisa sustentar escala, produto, processo e margem.
2. Suprimento e logística: Avaliamos raio logístico, fornecedores, contratos, transporte, estoque, sazonalidade e risco de interrupção. Em muitos projetos, a inviabilidade não está na tecnologia. Está no suprimento.
3. Rota tecnológica: Definimos qual rota faz sentido: carbonização, pirólise, biochar, carvão vegetal, briquetagem, peletização, secagem, biomassa para caldeiras, torrefação ou combinações. A tecnologia deve servir ao projeto, não comandá-lo.
4. Produto final: Avaliamos qual produto deve ser produzido: carvão vegetal, biochar, briquete, pellet, biomassa energética, carbono sólido ou combustível industrial. Produto sem destino vira estoque. Produto sem especificação vira commodity frágil.
5. Mercado e receita: Analisamos preço, demanda, compradores, exigências técnicas, concorrência, logística e risco comercial. O objetivo é evitar produzir algo que a empresa sabe fabricar, mas não consegue vender com margem.
6. CAPEX: Estimamos a ordem de grandeza do investimento: infraestrutura, pátio, equipamentos, sistemas térmicos, secadores, queimadores, obras, licenciamento, capital de giro e implantação. CAPEX mal estimado destrói decisão.
7. OPEX: Avaliamos os custos que governam o projeto: matéria-prima, frete, mão de obra, energia, manutenção, secagem, insumos, armazenamento, perdas, gestão e comercialização.
8. Escala e produtividade: Definimos a escala mais coerente com suprimento, mercado, CAPEX, OPEX, equipe, logística, risco e capacidade de implantação. Nem sempre maior é melhor.
9. Indicadores econômicos: O estudo pode incluir receita, margem, payback, fluxo de caixa, sensibilidade e cenários para mostrar se o projeto tem lógica econômica.
10. Riscos críticos: Identificamos riscos técnicos, econômicos, ambientais, comerciais, logísticos e regulatórios: biomassa insuficiente, umidade elevada, mercado fraco, tecnologia incompatível, OPEX alto, licenciamento sensível ou dependência perigosa de crédito de carbono. O EVTE mostra caminho e impede erro.
1. Sumário executivo: Resumo da oportunidade, principais conclusões, cenário recomendado, riscos relevantes e decisão sugerida.
2. Contexto do projeto: Descrição da empresa, objetivo da demanda, localização, matéria-prima, produto desejado, estágio atual e decisão que o estudo precisa apoiar.
3. Diagnóstico da matéria-prima: Análise da biomassa, resíduo ou base florestal: volume, qualidade, umidade, densidade, regularidade, sazonalidade, custo e logística.
4. Análise de suprimento: Fontes, raio logístico, custo de transporte, estabilidade de fornecimento, riscos de abastecimento e alternativas de suprimento.
5. Rotas técnicas avaliadas: Comparação entre caminhos possíveis: carvão, biochar, briquetes, pellets, energia, secagem, carbonização, pirólise ou outras rotas.
6. Produto e mercado: Definição dos produtos possíveis, mercado-alvo, especificações, preço, demanda, barreiras comerciais e riscos de venda.
7. Cenários produtivos: Modelagem de uma ou mais escalas de produção, capacidade, produtividade, turnos, ciclos, rendimento, consumo de biomassa e produção estimada.
8. Estimativa de CAPEX: Ordem de grandeza dos investimentos necessários para implantação do cenário ou cenários avaliados.
9. Estimativa de OPEX: Custos operacionais principais, incluindo matéria-prima, logística, mão de obra, energia, manutenção, perdas e demais custos críticos.
10. Análise econômica: Receita, custos, margem, payback, sensibilidade e comparação entre cenários, quando aplicável.
11. Riscos e mitigadores: Matriz de riscos e recomendações para reduzir fragilidades técnicas, econômicas, ambientais, logísticas e comerciais.
12. Recomendação técnica: Conclusão sobre avanço, ajuste, faseamento, aprofundamento, engenharia, financiamento ou descarte da rota.
O EVTE Ignis entrega um estudo técnico-econômico completo, orientado à decisão.
A entrega pode incluir:
análise da matéria-prima;
avaliação de suprimento;
definição de rota técnica;
comparação de cenários;
modelalagem produtiva;
estimativa de CAPEX;
estimativa de OPEX;
análise de mercado;
projeção de receita;
margem e payback;
riscos principais;
recomendação de rota;
orientação da próxima etapa.
A entrega não é apenas um documento.
É uma base para decidir com mais segurança.
Para proteger o escopo, é importante deixar claro.
O EVTE não entrega:
projeto de engenharia completo;
desenho executivo;
memorial de cálculo detalhado;
ART de engenharia complementar;
orçamento final de obra;
contratação de fornecedores;
garantia de aprovação de financiamento;
garantia de viabilidade;
garantia de mercado;
licença ambiental;
implantação;
start-up;
autorização para uso de tecnologias Ignis.
Essas etapas pertencem a contratos específicos.
O EVTE decide se o projeto merece avançar.
A engenharia vem depois.
1. Triagem inicial: A Diretoria Comercial recebe a demanda e avalia se existe maturidade mínima para EVTE. Se a demanda ainda estiver inicial, a recomendação pode ser começar por Consulta Ignis, Diagnóstico In Loco ou Revisão Técnica de Arquitetura Operacional.
2. Definição do escopo: A Ignis Bioenergia define quais rotas, produtos, cenários, dados, limites e perguntas o EVTE deverá responder. O escopo pode variar conforme setor, complexidade, número de cenários e maturidade da informação.
3. Envio e organização dos dados: O cliente envia os dados necessários. Podem incluir: localização, tipo de biomassa ou resíduo, volume disponível, custos atuais, fotos e vídeos, laudos , dados de produção, dados de mercado, preços de venda estimados, custos logísticos, objetivo do projeto, desenhos preliminares, propostas existentes, restrições ambientais, capacidade de investimento.
4. Análise técnica e econômica: A equipe Ignis organiza premissas, modela cenários, avalia riscos, estrutura a rota técnica e realiza a análise econômica conforme escopo.
5. Reuniões de alinhamento: Dependendo do escopo, podem ocorrer reuniões técnicas intermediárias para validar premissas, corrigir dados e alinhar hipóteses.
6. Entrega do estudo: A Ignis entrega o relatório EVTE com conclusões, cenários, riscos e recomendação técnica. Quando previsto, é realizada uma reunião de apresentação para diretoria, sócios, investidores ou equipe responsável.
A Ignis Bioenergia atua com número limitado de estudos e projetos.
O EVTE Ignis é indicado para demandas com contexto, seriedade e intenção real de decisão.
Nem toda oportunidade merece EVTE.
Algumas precisam ser amadurecidas antes.
Algumas precisam ser revistas.
Algumas precisam ser descartadas.
A função do EVTE não é fazer o projeto parecer bom.
É mostrar se ele sustenta decisão.
Após o EVTE, a demanda pode seguir para:
Projeto Técnico para Financiamento
Projeto Conceitual Industrial
Projeto de Engenharia Industrial
Plano de Suprimento Florestal ou de Biomassa
Sistemas de Carbonização, Pirólise e Biochar
Secadores e Condicionamento de Biomassa
Planejamento Técnico de Implantação e Obra
Acompanhamento Técnico Assistido de Implantação
Start-up Ignis
Governança Técnica Continuada
Ou pode ser encerrada tecnicamente, quando os riscos forem superiores à aderência da oportunidade.
O investimento do EVTE depende da complexidade da demanda, número de cenários, volume de dados, tipo de rota, profundidade econômica, setores envolvidos e nível de entrega.
Valor de referência são combinados em escopo
Formato: remoto ou híbrido
Prazo típico: 45 a 90 dias, conforme escopo
O valor não compra uma resposta conveniente.
Compra uma decisão mais segura.
O EVTE Ignis é indicado para empresas que precisam decidir com critério antes de investir em biomassa, resíduos, carvão vegetal, biochar, energia, carbono, caldeiras, secadores, combustíveis sólidos ou economia circular.
Quando ainda não há escopo claro, o início correto é a Consulta Ignis — Diagnóstico e Aderência.
Quando já há dados, objetivo e decisão em curso, a demanda pode ser avaliada para uma proposta de EVTE.
E-mail: contato@ignisbioenergia.com
WhatsApp: +55 73 98196-7539