Formato: remoto ou híbrido
Prazo típico: 45 a 120 dias, conforme escopo
Condução: equipe técnica Ignis, sob direção técnica do Dr. Daniel Barcellos
Entrega: projeto técnico de engenharia do sistema térmico, com parâmetros de operação, capacidade, fluxo de processo, requisitos de controle e diretrizes de implantação
A Ignis Bioenergia desenvolve unidades técnicas para transformar biomassa, madeira e resíduos selecionados em carvão vegetal, biochar, carbono sólido, carbono técnico ou produto industrial derivado da carbonização.
A atuação envolve fornos, módulos, reatores, rotas térmicas, carga, descarga, resfriamento, controle de gases, integração com emissões, fluxo operacional e parâmetros de processo.
Não se trata de escolher um forno. Trata-se de desenhar uma unidade capaz de transformar matéria-prima em produto com controle, regularidade, segurança e defesa técnica.
Muitos projetos de carvão vegetal, biochar e carbonização começam pelo erro mais comum: comprar ou copiar um equipamento antes de entender a biomassa, o produto, a escala, o fluxo operacional e os gases gerados.
O resultado costuma ser previsível:
Forno mal dimensionado,
Ciclo instável,
Rendimento baixo,
Fumaça excessiva,
Produto irregular,
Operação difícil,
Licenciamento sensível,
CAPEX mal direcionado.
A Ignis Bioenergia entra para estruturar o sistema antes da implantação.
As Unidades de Carbonização, Biochar e Carbono Sólido servem para projetar ou adaptar sistemas térmicos capazes de transformar biomassa em produto sólido de valor.
Esse serviço pode envolver:
Desenho de unidades de carvão vegetal ou biochar;
Fornos retangulares, metálicos, móveis, modulares ou híbridos;
Afternurners ou reatores térmicos;
Sistemas de carga e descarga;
Resfriadores do produto;
Integração com queimadores;
Organização do fluxo operacional;
Parâmetros de processo;
Diretrizes de implantação.
O objetivo é transformar uma rota térmica em sistema técnico implantável.
1. Matéria-prima: Tipo de biomassa, volume, umidade, densidade, granulometria, regularidade e comportamento na carbonização. A unidade deve nascer para o material real.
2. Produto desejado: Carvão vegetal, biochar, carbono sólido ou combustível carbonizado exigem processos, controles e mercados diferentes.
3. Tecnologia térmica: Fornos, módulos, reatores, sistemas híbridos ou queimadores são definidos pela aderência ao projeto, não pelo nome da tecnologia.
4. Capacidade e escala: A escala precisa ser compatível com biomassa, mercado, equipe, área, CAPEX e capacidade real de operação.
5. Fluxo operacional: Avaliamos preparo, carga, carbonização, resfriamento, descarga, armazenamento e expedição para evitar gargalos e improviso.
6. Gases e emissões: Carbonização gera gases. O projeto precisa prever condução, queima, controle térmico, fumaça e requisitos ambientais.
7. Carga, descarga e resfriamento: Pontos críticos para produtividade, segurança, qualidade e escala. Não podem ser tratados como detalhes.
8. Diretrizes de implantação: Definimos arranjo geral, sequência lógica, requisitos operacionais e pontos críticos para a unidade nascer com controle.
A engenharia precisa chegar ao campo com lógica de operação.
Unidades de carvão vegetal: Para produção de carvão vegetal industrial, carvão siderúrgico, carvão de maior regularidade ou carvão com controle de emissões.
Unidades de biochar: Para produção de biochar agrícola, biochar técnico, biochar para substratos, solo, formulações, materiais ou projetos de carbono, quando houver aderência técnica.
Unidades de carbono sólido: Para produção de carbono técnico, combustível carbonizado, biomassa torrada ou produtos sólidos com aplicação industrial.
Unidades ecológicas de carbonização: Sistemas com controle de gases, queimadores, redução de emissões visíveis, melhor organização operacional e maior defesa técnica.
Unidades modulares ou móveis: Para operações que exigem flexibilidade, menor escala, implantação faseada ou aproximação da biomassa.
Unidades híbridas: Combinações entre fornos, módulos, queimadores, secadores, sistemas de resfriamento, preparo de biomassa e controle de emissões.
Esse serviço é indicado para empresas que já sabem que querem transformar biomassa ou resíduo em carbono, mas precisam definir como essa unidade deve ser estruturada.
É indicado quando existe:
biomassa disponível;
resíduo carbonizável;
madeira ou cavaco com destino industrial;
interesse em carvão vegetal ou biochar;
necessidade de carbono técnico;
operação existente que precisa ser adaptada;
fornos antigos com baixa eficiência;
problemas de fumaça ou gases;
necessidade de controle ambiental;
intenção de implantar unidade nova;
EVTE já realizado ou rota técnica já escolhida.
É a etapa correta quando a empresa saiu da intenção e precisa transformar a decisão em arquitetura térmica.
Esse serviço não deve ser contratado cedo demais.
Se a empresa ainda não sabe qual biomassa possui, qual volume está disponível, qual produto deseja vender ou qual mercado pretende atender, o início correto pode ser:
Consulta Ignis — Diagnóstico e Aderência Online
Diagnóstico In Loco
Revisão Técnica de Arquitetura Operacional
EVTE Ignis — Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica
Estudo de Produto e Mercado
Porque projetar uma unidade térmica sem produto, biomassa e escala definidos é colocar engenharia sobre base fraca.
A entrega pode incluir:
projeto técnico DE ENGENHARIA do sistema térmico;
definição da rota de carbonização ou pirólise;
parâmetros operacionais;
capacidade de produção;
lógica de carga e descarga;
fluxo de biomassa e produto;
requisitos de resfriamento;
integração com gases e emissões;
arranjo técnico da unidade;
pontos críticos de implantação;
A entrega deve ser entendida como base técnica para implantação ou aprofundamento de engenharia, conforme escopo.
Para proteger o escopo, é importante deixar claro:
não é EVTE completo;
não é ART de todas as disciplinas complementares;
não é licenciamento ambiental;
não é garantia automática de performance;
não é orçamento fechado de obra;
não é fabricação de equipamento;
não é fornecimento de forno pronto;
não é autorização aberta para replicar tecnologia Ignis fora do contrato.
A Ignis Bioenergia desenvolve a arquitetura técnica do sistema.
Fornecimento, fabricação, obra, montagem e disciplinas complementares são definidos conforme escopo e estrutura de implantação.
1. Triagem técnica inicial: A Ignis avalia se a demanda já possui maturidade mínima para projeto de unidade térmica.
Se ainda faltar definição de biomassa, produto, mercado ou escala, a demanda pode ser encaminhada antes para diagnóstico, EVTE ou estudo de produto.
2. Envio de dados: O cliente envia os dados disponíveis:
tipo de biomassa ou resíduo;
volume disponível;
umidade;
localização;
área disponível;
produto desejado;
mercado pretendido;
capacidade esperada;
fotos e vídeos;
desenhos ou propostas existentes;
limitações ambientais;
restrições de investimento;
operação atual, quando houver.
3. Definição da rota técnica
A Ignis define a lógica térmica mais adequada: carbonização, pirólise, biochar, carvão vegetal, sistema híbrido, unidade modular ou outra configuração.
4. Desenvolvimento do sistema
A equipe técnica estrutura capacidade, fluxo, carga, descarga, resfriamento, gases, emissões, parâmetros de operação e requisitos técnicos da unidade.
5. Entrega técnica
A Ignis entrega o projeto técnico conforme escopo e, quando previsto, realiza reunião de apresentação para alinhamento com a diretoria, equipe de implantação ou parceiros técnicos.
Florestas e Operações Florestais: Unidades para transformar madeira, resíduos florestais, cavaco e biomassa de base florestal em carvão vegetal, biochar ou carbono sólido.
Biochar, Carvão e Carbono: Unidades dedicadas à produção de biochar agrícola, biochar técnico, carvão vegetal, carbono industrial e combustíveis sólidos carbonizados.
Siderurgia e Metais: Unidades para produzir carvão vegetal ou carbono renovável com foco em qualidade, regularidade, suprimento e aplicação industrial.
Madeira, Serrarias e Painéis: Unidades para valorizar cavacos, serragem, costaneiras, cascas, aparas e resíduos lenhosos por carbonização ou biochar.
Agroindústria: Unidades para transformar cascas, caroços, bagaços, palhadas e resíduos agroindustriais selecionados em biochar, carbono ou combustível sólido.
Papel e Celulose: Unidades para avaliar ou transformar cascas, resíduos florestais, cavacos e subprodutos lignocelulósicos em carbono, energia ou biochar.
Resíduos e Economia Circular: Unidades para resíduos selecionados com potencial térmico, desde que exista controle de origem, composição, risco e aplicação final.
A Ignis Bioenergia não desenvolve unidade de carbonização para qualquer resíduo, qualquer escala ou qualquer intenção.
A demanda precisa ter base mínima:
matéria-prima identificada;
objetivo claro;
produto desejado;
escala provável;
condições de implantação;
e aderência técnica.
Nem todo resíduo deve ser carbonizado.
Nem toda biomassa deve virar biochar.
Nem todo projeto precisa de forno novo.
A função da Ignis é separar o que merece engenharia do que ainda precisa de diagnóstico.
Após este projeto, a demanda pode seguir para:
Planejamento Técnico de Implantação e Obra
Acompanhamento Técnico Assistido de Implantação
Preparação Operacional e Treinamento de Equipe
Start-up Ignis — Partida Assistida
Projeto Técnico para Financiamento
Governança Técnica Continuada
Programa Mais Carvão
Fórmula Biochar
Ou pode exigir complementação com engenharia civil, estrutural, elétrica, automação, ambiental ou fornecedores especializados.
O investimento depende da escala, complexidade, número de unidades, tecnologia envolvida, nível de detalhe, tipo de biomassa, necessidade de integração com emissões e profundidade do escopo.
Formato: remoto ou híbrido
Prazo típico: 45 a 120 dias
Valor: sob proposta técnica, conforme escopo
Se sua empresa possui biomassa, madeira ou resíduo selecionado e deseja transformar esse material em carvão vegetal, biochar, carbono sólido ou produto industrial, o primeiro passo é verificar se já existe base técnica para desenvolver a unidade.
Quando ainda não há escopo claro, iniciamos pela Consulta Ignis — Diagnóstico e Aderência.
E-mail institucional: contato@ignisbioenergia.com
WhatsApp Diretoria Comercial — Alessandra Barcellos: (73) 99994-0442
Para agenda, contratação e avaliação de aderência, o contato deve ser feito pela Diretoria Comercial da Ignis Bioenergia.